04 novembro, 2020

Pix: o meio de pagamento instantâneo do Banco Central

O Banco Central criou um novo sistema de pagamentos e recebimentos que está em destaque nas notícias nas últimas semanas. O Pix pode ser considerado mais um instrumento, ao lado de boleto, TED, DOC, depósito, cheque, entre outros meios.

No entanto, o Pix terá custo menor e funcionará 24 horas por dia e 7 dias por semana, com maior agilidade. Desde outubro, estão sendo feitos os cadastros de chaves. A partir de 16 de novembro, o Pix deverá ser lançado à população.

Algumas palavras que têm sido relacionadas à novidade são: segurança, rapidez, facilidade, disponibilidade, integração e versatilidade.

De acordo com o fundador da LivPagamentos, pós-doutor por Stanford e PhD pela UTFPR/Curitiba, Rodrigo Barbosa e Silva, a maior mudança está na possibilidade de realizar transferências mesmo sem conhecer o número de conta da outra pessoa, tendo em vista que vai ser possível enviar dinheiro para e-mail, celular, CPF, CNPJ ou identificador único.

Empresas

Dr. Rodrigo Barbosa e Silva

Segundo Rodrigo, o principal impacto para as empresas está na possibilidade de oferecer um canal de pagamento que não depende de máquinas de cartões ou sistema de transferência de fundos.

“Entretanto, as empresas devem esperar a divulgação do custo do Pix para recebimento por pessoas jurídicas. O Banco Central determinou a gratuidade para pessoas físicas e para Microempreendedores Individuais. A porta está aberta para que os bancos cobrem das pessoas jurídicas”, explicou.

Mudanças

Na opinião de Rodrigo, a partir de agora, todas as opções do sistema financeiro serão desenvolvidas pensando no aparelho celular como principal canal de transações. “Antes, era necessário pensar em cartão, maquininha, integração TEF, etc. Agora, é possível manter um negócio funcionando somente com um QRCode impresso e colado no caixa”, comentou.

Todavia, é importante lembrar que as mudanças não serão rápidas, como pode parecer num primeiro momento. “Será necessário muito trabalho e convencimento das pessoas para mudarem as formas de pagamento com as quais estão acostumadas. Cartões, cheques, dinheiro e outras formas tradicionais estarão por muito tempo no mercado”, finalizou Rodrigo.

Saiba mais sobre o Pix clicando aqui.

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